Life could be as simple as that, walking barefoot….

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Life could be as simple as that, walking barefoot….

A vida podia ser simples assim.
Andar descalça, sentir a natureza, praticar yoga, inspirar o ar fresco da manhã, mergulhar no mar…
Mas não é….Há sempre aqueles dias em que o chão nos foge, a cidade nos parece demasiada e o mundo lá longe o único local onde nos apetece estar. /
Life could be as simple as that. Walking barefoot, feeling nature, going for a yoga practice, breathing the fresh morning air, a dive in the ocean…
But it is not…. There are always those days 
when the floor seems to move, the city seems too much and the distant world the only place we feel like being.

yoga

Walking barefoot

PT
Sem rede (essa rede que encontramos lá em baixo, e que nos ampara a queda, ou essa rede social que nos faz perder o foco).
Sem rede ou os dias em que somos só nós.
Nesses dias eu preciso parar, nem que seja por uns instantes, para me conseguir ouvir, para agradecer, para me voltar a encontrar, e saber que não vou cair.
Sem rede, ou os dias em que consigo ser mais feliz.

P.S

A propósito deste meu post, esbarrei como que de propósito neste texto da Alexandra, autora do Nheko ( um projeto sobre vida em família, super interessante)
Leiam, aqui.

Um texto que, com uns ou outros acertos, poderia ter sido escrito por mim, e onde se abordam temas como a dependência dos likes nas redes sociais (que fobia!!) , o que parece mas não é, e da necessidade de nós, enquanto bloggers, precisarmos de estar nas redes sociais, e de, inconscientemente procurarmos a aprovação de todos os que nos encontram por essas redes.

Tudo tão volátil e supérfluo.
A nossa rede somos nós, saber encontrar o nosso foco e ser fiel a isso.
A nossa rede são as coisas simples do dia-a-dia, os sorrisos de quem está por perto, os filhos, a família, os amigos, os seus abraços, o calor da noite de quem dorme connosco, os nossos pais, ou as cores de outono, o cheiro a café da manhã, um bom dia dado por algum desconhecido…..
É aí que encontramos a vontade genuína de seguir em frente.

EN
Without net (that net beneath our feet that will hold our fall, or that social net, that makes us loose our focus.)
Without net, or the days in which we are alone with ourselves.
On those days I need to stop, it can be only for a while, in order to listen to myself, to be thankful, to find myself again, and find out that I will not fall.
Without net, or those days in which I can be happier.

P.S

As a coincidence, I bumped into a post written by Alexandra, the author of Nheko  (a blog about living in family) .
Read it here ( but only in portuguese…)

It could be a text written by me. Where she talks about the dependance on social media and on getting a lot of likes (what a hell!!) and of the need that we bloggers, have, to be on social media, and on having the approval of everyone who is reading us.

Everything so volatile, and superfluous.
Our net is ourselves, finding our focus, and staying faithful to that.
Our net are simlpe day to day things, the smiles from the ones that are close to us, our children, our family, our true friends, theirs embraces, the heat of the night and of who is sleeping with us, our parents, the autumn colours, the smell of fresh coffee in the morning,  a nice good morning said by someone we don’t know…
There is where we find the real strength to go on.

PT
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By | 2017-10-13T13:47:42+00:00 October 13th, 2017|mood|0 Comments

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