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“agora que o silêncio é um mar sem ondas,
e que nele posso navegar sem rumo,
não respondas
às urgentes perguntas
que te fiz.
deixa-me ser feliz
assim,
já tão longe de ti como de mim.
…”
Miguel Torga
By | 2018-11-08T12:10:28+00:00 February 1st, 2015|mood|2 Comments

2 Comments

  1. António Correia 02/02/2015 at 14:21 - Reply

    Belo poema. Gosto muito do seu blogue. Parabéns.
    António

    • pcalheiros 02/02/2015 at 21:49 - Reply

      obrigada António Correia 🙂
      espero que continue a seguir o blog!

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